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sexta-feira, 8 de março de 2013

Quem governa a Igreja no período da Vacância da Sé apostólica


Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – O Colégio Cardinalício governa a Igreja no período da Vacância da Sé apostólica. Suas competências e limites, segundo a Constituição Apostólica Universi Dominici Gregissão:
2. Durante o tempo em que estiver vacante a Sé Apostólica, o governo da Igreja está confiado ao Colégio dos Cardeais, mas somente para o despacho dos assuntos ordinários ou inadiáveis (cf. nº 6), e para a preparação daquilo que é necessário para a eleição do novo Pontífice. Este encargo deverá ser desempenhado nos termos e limites previstos por esta Constituição: deverão, por isso, ficar absolutamente excluídos os assuntos, que - quer por lei, quer por costume - ou são apenas do poder do próprio Romano Pontífice, ou dizem respeito às normas para a eleição do novo Pontífice, segundo as disposições da presente Constituição.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Primeiro domingo sem Angelus, após renúncia de Bento XVI


 Rádio Vaticana


Cidade do Vaticano (RV) - Este é o primeiro domingo sem a oração mariana do Angelus, após a renúncia ao ministério petrino de Bento XVI e início da Sé Vacante.
Desde o início de seu pontificado, milhões de pessoas, todos os domingos, esperaram por Bento XVI para ouvi-lo e rezar com ele a oração do Angelus, ao meio-dia, na Praça São Pedro.
 
Em quase oito anos de pontificado, por 455 vezes, de maio de 2005 a fevereiro de 2013, aquele momento tornou-se uma ocasião privilegiada para o Papa emérito falar aos fiéis como um mestre de fé sólida e compreensível. Um guia que imediatamente deixou claro o fundamento de seu magistério: "A palavra que resume toda a revelação é esta: Deus é amor e o amor é sempre um mistério, uma realidade que ultrapassa a razão, sem contradizê-la, mas exalta o seu potencial", disse o pontífice.
Estas palavras foram proferidas por Bento XVI em 22 de maio de 2005 em seu primeiro Angelus da janela da residência apostólica vaticana. Naquele dia, começou a se delinear a função e o valor que Bento XVI atribuiu ao Angelus: fazer uma pequena homilia sobre a liturgia do dia, a lectio divina em forma breve com a qual todos os domingos, na igreja a céu aberto da Praça São Pedro, o Papa teólogo tornou-se pároco para aqueles que pararam para ouvi-lo no meio da multidão ou diante da televisão, pelo rádio, ou pela internet.
 

domingo, 3 de março de 2013

Qual a função de um carmelengo?


Sé Vacante

No período de Sé Vacante o Cardeal Carmelengo que gerencia o Vaticano
Michelle Mimoso
Da Redação
Entenda o trabalho do Carmelengo
Atualmente, o Cardeal Carmelengo é Dom Tarcísio Bertone
O Carmelengo é o encarregado de gerenciar o Vaticano durante a Sé Vacante. Atualmente, esta função, na Igreja, está sob a responsabilidade do Cardeal italiano Tarcísio Bertone. É ele quem preside a Câmara Apostólica e cuida dos bens e direitos temporais da Santa Sé.
Até que o sucessor do Papa seja escolhido, o Cardeal Camerlengo serve como o Chefe de Estado atuante do Vaticano. Ele não é, entretanto, responsável pelo governo da Igreja Católica durante a Sé Vacante, sendo portanto impossibilitado de tomar ações próprias do Sucessor de Pedro, como escrever encíclicas, criar ou unir dioceses, nomear bispos, etc.
Com a morte ou renúncia de um Papa, o Carmelengo é o único que mantém seu cargo, pois é ele quem cuida de todos os preparativos para o início do Conclave. Segundo a Constituição ‘Universi Dominici Gregis’, compete a ele também lacrar os aposentos e escritórios do Papa até que um novo Pontífice seja eleito; bem como comunicar oficialmente a morte ou renúncia do Papa ao Cardeal Vigário de Roma, que por sua vez, dá a notícia ao povo com notificação especial, e também ao Cardeal Arcipreste da Basílica Vaticana.

Entenda o que acontece durante a Sé vacante


O Trono de Pedro está vago! E agora?


André Alves
Da redação

Entenda o que acontece durante a Sé vacanteSaiba o que acontece durante a Sé vacante, o que os católicos devem fazer neste período e como fica a menção do Papa durante a Missa

“A Igreja está unida [...] e implora de Deus o novo Papa como dom da sua bondade e providência”, diz a Constituição Universi Dominici Grecis (Foto: Arquivo)
A partir das 20h (Roma) desta quinta-feira, 28, a Igreja Católica iniciou seu período de vacância, devido à renúncia do Sumo Pontífice, Bento XVI, anunciada no último dia 11. A Sede vacante é o termo oficial da Igreja utilizado pra denominar o período em que a função de Papa fica vaga.
A Constituição Apostólica Universi Dominici Gregis trata das normas e orientações para este período de vacância, assim como da eleição de um novo Papa. A carta foi escrita pelo Papa Beato João Paulo II, em 2 de fevereiro de 1996.
De acordo com o documento, a Sede vacante deve durar exatos quinze dias, podendo ser estendidos para vinte, em caso de extrema necessidade. Esse prazo é oferecido para que os cardeais resididos em diversas partes do mundo possam se deslocar à Roma, a fim de participarem da reunião que elege o sucessor do último Papa – o Conclave.
No entanto, a Santa Sé publicou nesta segunda-feira, 25, a carta apostólica em forma de Motu Proprio (de iniciativa própria) do Papa Bento XVI com algumas modificações relativas à eleição do Papa. Entre as alterações, está a possibilidade, facultada aos cardeais, de antecipar o Conclave.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Sé Vacante: Cardeais recebem convocação para as congregações gerais



Rádio Vaticana



Cidade do Vaticano (RV) – A partir das 20h desta quinta-feira, teve início o período de Sé Vacante, em que o Colégio cardinalício assume a gestão de assuntos ordinários da Igreja, porém, sem qualquer poder ou jurisdição sobre questões que cabem ao Papa.
Neste primeiro dia de Sé Vacante, o Decano do Colégio Cardinalício, Card. Angelo Sodano, enviará a carta de convocação para as Congregações Gerais, que terão início na manhã de segunda-feira, 4 de março, às 9h30. A segunda Congregação Geral se realizará na tarde desse mesmo dia, às 17h. Os cardeais brasileiros que já estão em Roma receberão a carta no Colégio Pio Brasileiro, onde estão hospedados – com exceção de Dom João Braz de Aviz, que reside no Vaticano.

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